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Projeto que regulamenta eventos na Barra deve ser votado ainda esta semana, afirma Maurício Trindade

O vereador Maurício Trindade (PP) afirmou nesta segunda-feira (24) que o projeto de lei que pretende estabelecer limites e regras para a realização de eventos no bairro da Barra, em Salvador, deve entrar na pauta de votação da Câmara Municipal ainda nesta semana.

A declaração foi feita após a sessão ordinária na Casa.

O vereador Maurício Trindade (PP)
O vereador Maurício Trindade (PP)

Segundo o parlamentar, a proposta não busca extinguir comemorações no local, mas criar critérios para evitar excessos.

“Não queremos acabar com os eventos. O objetivo é organizar e reduzir. A Barra não tem estrutura para suportar o volume atual de festas. O excesso acabou prejudicando o bairro”, declarou.

Problemas apontados

Trindade argumenta que a ocupação frequente da região com palcos, trios elétricos e arquibancadas tem causado impacto direto na rotina de moradores e comerciantes. Entre os efeitos negativos citados estão:

  • Dificuldade na circulação de moradores e turistas;

  • Fechamento temporário de bares e restaurantes;

  • Deslocamento de efetivos policiais para a Barra durante eventos, deixando áreas próximas com menos cobertura, como Graça e Corredor da Vitória.

O vereador também avaliou que a realização constante de festas tem incentivado o aumento de ambulantes e guardadores irregulares de veículos, que, segundo ele, chegam a cobrar até R$ 50 pela vaga nas ruas.

Comparações internacionais e expectativa sobre a Prefeitura

Durante sua fala, Trindade comparou Salvador a outras capitais mundiais, defendendo que a cidade precisa adotar regras semelhantes.

“Em muitos lugares do mundo há limite. Em Londres, tudo encerra às 11h. Em Nova Iorque, não é permitido beber na rua. Então, por que aqui tudo é liberado, especialmente na Barra, quando Salvador possui outros espaços com mais estrutura?”, questionou.

Sobre a participação do Executivo municipal na implementação das regras, o vereador afirmou esperar que a Prefeitura exerça fiscalização rigorosa.

“Temos leis como a Lei do Silêncio, mas muitas vezes não são cumpridas. Às três da manhã, ainda é possível encontrar som elevado ao lado das residências. Esperamos um choque de gestão”, concluiu.

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