Vereador apresenta projeto para proibir cobrança de estacionamento em supermercados de Salvador
- Adilson Silva

- há 2 horas
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O primeiro vice-presidente da Câmara Municipal de Salvador, vereador Maurício Trindade (PP), detalhou nesta terça-feira (10) um projeto de lei que pretende acabar com a cobrança de estacionamento em mercados e supermercados da capital baiana.

A proposta foi protocolada na segunda-feira (9) e ainda precisará passar pela análise das comissões temáticas da Casa antes de seguir para votação em plenário. Caso seja aprovada pelos vereadores, a medida ainda dependerá da sanção do prefeito Bruno Reis (União Brasil) para entrar em vigor.
Proposta mira gratuidade para clientes
De acordo com o projeto, estabelecimentos do setor não poderão cobrar pelo uso das vagas destinadas aos clientes durante o horário de funcionamento das lojas.
Segundo Maurício Trindade, a cobrança é injusta para consumidores que já gastam dentro do próprio estabelecimento.
“Estamos apresentando um projeto que proíbe a cobrança de estacionamento por supermercados e grandes estabelecimentos. Quem vai ao mercado já está consumindo e levando alimento para casa, então não é justo ainda ter que pagar para estacionar”, afirmou o vereador.
Argumento é de defesa do consumidor
O parlamentar argumenta que muitos clientes saem dos mercados com várias sacolas de compras, o que tornaria a cobrança ainda mais inadequada. Ele também afirmou que o setor supermercadista já possui margens de lucro suficientes para oferecer o estacionamento sem custo adicional.
Trindade disse ainda que pretende buscar apoio de outros vereadores para que a proposta avance no Legislativo municipal.
Incentivo a mercados de bairro
Durante a apresentação da proposta, o vereador também defendeu a expansão do número de mercados na cidade, principalmente estabelecimentos de menor porte, localizados próximos às residências da população.
Segundo ele, a presença de mais mercados médios e pequenos pode gerar mais empregos e fortalecer a economia local, ao contrário de grandes redes que, segundo o parlamentar, muitas vezes têm proprietários de fora da cidade e retiram recursos da economia soteropolitana.







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