Tesouro estima que governo federal precisará captar cerca de R$ 1,69 trilhão em 2026
- Adilson Silva

- 28 de jan.
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A necessidade líquida de financiamento do governo federal em 2026 deverá alcançar aproximadamente R$ 1,688 trilhão, de acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF) divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional.

Segundo o documento, os vencimentos da Dívida Pública Federal ao longo do ano somam R$ 1,722 trilhão. A maior parte desse valor está concentrada na Dívida Interna de Mercado, que responde por R$ 1,538 trilhão. Já os compromissos relacionados à dívida externa chegam a R$ 33,3 bilhões. Além disso, os encargos associados à carteira de títulos do Banco Central devem totalizar R$ 150,4 bilhões.
O PAF também detalha que o Orçamento de 2026 prevê a utilização de R$ 336 bilhões obtidos com a emissão de títulos públicos para o financiamento de despesas orçamentárias. Desse total, R$ 288,1 bilhões dependem de autorização do Congresso Nacional por meio da aprovação de créditos suplementares.
Grande parte desses recursos está destinada ao pagamento de benefícios previdenciários, que devem consumir R$ 243,5 bilhões. Dentro desse montante, R$ 218,1 bilhões ainda aguardam aval do Legislativo para que possam ser executados.
Além das emissões de títulos, o Orçamento prevê o uso de R$ 386,7 bilhões em receitas provenientes de outras fontes para a quitação da Dívida Pública Federal ao longo do ano.







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