Secretário da Fazenda da Bahia vira alvo de críticas por atrasos e suposta crise financeira no governo Jerônimo
- Adilson Silva

- há 1 dia
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O secretário da Fazenda da Bahia, Manoel Vitório, passou a ser alvo de críticas de deputados, prefeitos, empresários, fornecedores e integrantes da própria base governista diante de relatos sobre atrasos em pagamentos e dificuldades financeiras enfrentadas pelo governo estadual.

Segundo informações publicadas pelo jornalista Raul Monteiro, aliados do governador Jerônimo Rodrigues atribuem ao titular da Fazenda a responsabilidade pela situação, alegando que obras, convênios e compromissos financeiros do Estado estariam sendo afetados pela falta de recursos.
Prefeitos de diferentes regiões da Bahia relatam preocupação com a lentidão na liberação de verbas para convênios firmados com o governo estadual. De acordo com os relatos, apesar da assinatura de acordos e da previsão de início de obras antes do período eleitoral, secretarias estaduais estariam informando ausência de recursos para execução das intervenções.
Ainda conforme a publicação, gestores municipais afirmam que integrantes do governo têm apresentado relatórios internos apontando acúmulo de dívidas em diversas pastas estaduais.
Entre deputados federais da base aliada, a principal queixa envolve recursos de emendas parlamentares destinados ao governo estadual. Segundo os relatos, parte das verbas enviadas pela União para execução de obras e ações por meio do Estado não teria chegado às secretarias responsáveis, mesmo após a confirmação de repasse pelo governo federal.
Parlamentares também reclamam da dificuldade de acesso ao secretário Manoel Vitório e afirmam receber respostas consideradas evasivas sobre a situação financeira do Estado.
O texto ainda menciona que interlocutores próximos da Secretaria da Fazenda conseguem destravar demandas de menor valor, enquanto solicitações maiores seguem sem definição.
Nos bastidores políticos, cresce a pressão sobre a condução financeira do governo estadual, especialmente diante da proximidade do calendário eleitoral e da expectativa de execução de obras e investimentos anunciados pela gestão petista.







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