Líderes internacionais condenam ataque a tiros durante evento com Trump nos EUA
- Adilson Silva

- há 2 dias
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A repercussão do ataque a tiros ocorrido durante um jantar oficial em Washington mobilizou líderes de diversas partes do mundo, que se manifestaram contra a violência e prestaram solidariedade ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O episódio aconteceu na noite de sábado (25), durante o tradicional jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado em um hotel na capital americana. Após os disparos, Trump, a primeira-dama Melania Trump e demais autoridades foram retirados rapidamente do local por agentes de segurança.
Entre os primeiros a se pronunciar, o presidente da França, Emmanuel Macron, classificou o ataque como inaceitável e reforçou que a violência não pode ter espaço em regimes democráticos.
Na mesma linha, a líder venezuelana Delcy Rodríguez afirmou que atos violentos jamais devem substituir o diálogo, destacando apoio às vítimas e participantes do evento.
O chanceler alemão Friedrich Merz também criticou o ocorrido, afirmando que decisões políticas devem ser tomadas pelo voto e não pela força. Já a presidente do México, Claudia Sheinbaum, ressaltou que a violência não pode ser aceita como instrumento político.
No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer declarou estar chocado com as cenas e defendeu a proteção das instituições democráticas e da liberdade de imprensa. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, destacou que um evento voltado à valorização da imprensa não deveria se transformar em cenário de medo.
Outros líderes também se manifestaram. O premiê do Canadá, Mark Carney, afirmou estar aliviado com a segurança dos presentes, enquanto o primeiro-ministro do Japão, Sanae Takaichi, reforçou que a violência não deve ser tolerada em nenhuma circunstância.
O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, elogiou a atuação rápida das forças de segurança, e o líder da Índia, Narendra Modi, destacou a importância de condenar firmemente qualquer ato violento contra autoridades.
Já o premiê do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou estar profundamente impactado com o episódio, mas aliviado pelo fato de não haver vítimas entre os principais envolvidos.
Nos Estados Unidos, a ex-presidente da Câmara, Nancy Pelosi, também comentou o caso, expressando solidariedade às vítimas e elogiando a resposta das forças de segurança. O governador da Califórnia, Gavin Newsom, reforçou a importância da imprensa livre e repudiou qualquer tipo de violência política.
O ataque interrompeu um dos eventos mais tradicionais do calendário político americano, reunindo jornalistas, autoridades e personalidades. Apesar do susto, Trump e os demais presentes não ficaram feridos.
As investigações seguem em andamento, e o caso reacende o debate internacional sobre segurança e violência política.







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