Josias Gomes assume cadeira no TCE-BA em solenidade marcada por forte presença política e institucional
- Adilson Silva

- há 22 horas
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O Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) realizou, nesta segunda-feira (9), a sessão solene de posse do novo conselheiro Josias Gomes. O evento, realizado no auditório Conselheiro Lafayette Pondé, reuniu representantes dos três Poderes e marcou oficialmente a entrada do ex-parlamentar na Corte de Contas baiana.

A cerimônia contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, do vice-governador Geraldo Júnior, além de deputados estaduais e federais, prefeitos, ex-prefeitos, membros do Judiciário e dirigentes de instituições públicas. A condução dos trabalhos ficou a cargo do presidente do TCE-BA, conselheiro Gildásio Penedo Filho.
Ao assumir a função, Josias Gomes destacou o compromisso com a legalidade, a ética e o interesse público, afirmando que passa a integrar o Tribunal com senso de responsabilidade e respeito à missão institucional do órgão. Segundo ele, a atuação no TCE deve estar alinhada à defesa do povo baiano e ao fortalecimento da administração pública.
A solenidade teve início com uma apresentação cultural, marcada pela execução da música “Bahia, Forró e Folia”, interpretada pelo sanfoneiro Cicinho de Assis, acompanhado da cantora Julie de Assis. Ambos também participaram da execução do Hino Nacional e do Hino ao Dois de Julho, reforçando o caráter simbólico do evento.
A saudação ao novo conselheiro foi feita por João Evilásio Bonfim, que ressaltou a trajetória política e administrativa de Josias Gomes, avaliando sua chegada ao Tribunal como resultado de uma caminhada consistente e da confiança em sua capacidade técnica e institucional.
Em seu discurso, Josias relembrou as origens simples na zona da mata pernambucana e enfatizou a importância da educação pública em sua formação pessoal e profissional. Para ele, a posse representa uma missão de Estado e não apenas a ocupação de um cargo.
“O controle externo precisa contribuir para a justiça social, para a boa governança e para a melhoria da aplicação dos recursos públicos”, afirmou. O conselheiro defendeu ainda uma atuação preventiva do Tribunal, voltada à orientação, ao aprimoramento da gestão e à qualificação do gasto público, sem abrir mão do rigor na fiscalização.







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