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Bolsonaro é internado com broncopneumonia bacteriana bilateral em hospital de Brasília

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado nesta sexta-feira (13) no hospital DF Star após apresentar febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. A informação foi divulgada em boletim médico pela unidade hospitalar.

De acordo com os médicos, exames confirmaram um quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral, uma infecção que atinge os dois pulmões e que, neste caso, teria origem aspirativa — quando líquidos do estômago ou da boca entram nas vias respiratórias.

Segundo o boletim, Bolsonaro está internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI) e recebe tratamento com antibióticos intravenosos, além de suporte clínico não invasivo. O documento foi assinado pelo cardiologista Brasil Caiado, pelo coordenador da UTI geral Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior e pelo diretor-geral do hospital, Allisson Barcelos Borges.

Após a internação, o senador Flávio Bolsonaro esteve no hospital e informou que o ex-presidente estava consciente e lúcido, embora com a voz fraca e visivelmente abatido. Segundo ele, houve acúmulo significativo de líquido nos pulmões em decorrência de broncoaspiração, possivelmente relacionada a episódios frequentes de soluços.

O ex-presidente foi socorrido por volta das 8h por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência após apresentar falta de ar enquanto estava detido. O atendimento contou também com apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal e da Polícia Militar do Distrito Federal. Ele chegou ao hospital por volta das 9h.

Bolsonaro cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, após condenação por tentativa de golpe de Estado. A prisão preventiva foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, após o ex-presidente violar as condições da tornozeleira eletrônica enquanto cumpria prisão domiciliar.

Defesa volta a pedir prisão domiciliar

Diante do quadro de saúde, a defesa do ex-presidente voltou a solicitar sua transferência para prisão domiciliar. O advogado Paulo Amador da Cunha Bueno afirmou que o estado clínico de Bolsonaro exige cuidados médicos contínuos que, segundo ele, seriam mais adequados fora do ambiente prisional.

No início de março, porém, a Primeira Turma do STF formou maioria para manter o ex-presidente detido. Na ocasião, Moraes argumentou que a unidade prisional possui estrutura médica suficiente para atender às necessidades do ex-presidente, além de permitir acompanhamento médico constante, fisioterapia e visitas regulares de familiares e aliados políticos.

O ministro também destacou que a prisão foi determinada após Bolsonaro tentar romper a tornozeleira eletrônica durante o períod

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