Padilha critica ofensiva militar na Venezuela e alerta para impactos humanitários no Brasil
- Adilson Silva

- 3 de jan.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se posicionou neste sábado (3) contra a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, país que faz fronteira com o estado de Roraima. Em publicação nas redes sociais, o ministro afirmou que o uso de bombardeios não pode ser justificado como solução para conflitos internacionais.

“Nada justifica conflitos terminarem em bombardeio”, escreveu Padilha em seu perfil no X (antigo Twitter). Segundo ele, guerras têm consequências diretas sobre a população civil, comprometem o funcionamento dos serviços de saúde e dificultam o acesso ao atendimento básico.
O ministro destacou que, quando confrontos ocorrem em países vizinhos, os reflexos são ainda mais intensos para o Brasil, especialmente para o sistema público de saúde. De acordo com Padilha, o SUS em Roraima já vinha lidando com os efeitos da crise venezuelana antes mesmo do atual ataque.
Padilha também mencionou a suspensão de recursos internacionais destinados à Operação Acolhida após decisões do governo norte-americano, o que aumentou a necessidade de investimentos por parte do Brasil. Segundo ele, o Ministério da Saúde ampliou o envio de recursos e profissionais tanto para áreas urbanas quanto para territórios indígenas, por meio da Agência do SUS.
O ministro afirmou ainda que, desde o início das movimentações militares na região, houve um reforço na preparação da Força Nacional do SUS e das equipes de Saúde Indígena para minimizar os impactos do conflito no território brasileiro.
Ao encerrar a manifestação, Padilha defendeu a busca pela paz e reforçou o compromisso do sistema de saúde com o atendimento à população. “Que venha a paz. Enquanto isso, seguiremos cuidando de quem precisar, em solo brasileiro”, declarou.
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