Jerônimo diz que articulações para 2026 priorizam chapa forte e reafirma apoio à reeleição de Lula
- Adilson Silva

- 7 de jan.
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O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou que o principal objetivo do grupo político que lidera é a construção de uma chapa sólida e competitiva para as eleições de 2026. A declaração foi feita nesta quarta-feira (24), durante conversa com a imprensa, quando destacou que o foco está no fortalecimento do projeto político, independentemente dos nomes que irão compor a aliança.

Segundo o governador, o esforço atual é ampliar a representação baiana no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa. Ele ressaltou que a estratégia passa pela escolha de candidaturas capazes de disputar o pleito em condições favoráveis, contribuindo para o crescimento do grupo nas eleições proporcionais.
Durante a entrevista, Jerônimo também fez críticas ao ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo do Estado, ACM Neto (União Brasil). O petista afirmou esperar que o adversário assuma publicamente uma posição política clara, lembrando sua ligação com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Para Jerônimo, esse alinhamento afasta o ex-prefeito das pautas defendidas pela classe trabalhadora e deve ser apresentado com mais transparência ao eleitorado.
Ao comentar o cenário nacional, o governador evitou antecipar nomes para a composição da chapa majoritária, mas reforçou o compromisso do seu grupo com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele destacou a importância do papel da Bahia no contexto político nacional e afirmou que o país não pode retroceder após o período do governo Bolsonaro.
Jerônimo voltou a criticar a relação da gestão federal anterior com o estado, afirmando que a Bahia não recebeu investimentos relevantes naquele período. Para ele, qualquer mudança política deve representar avanços, e não retrocessos já vivenciados.
Por fim, o governador disse que as definições devem avançar até o mês de março e pediu unidade ao grupo político. Ele destacou a necessidade de evitar disputas internas, desinformação e conflitos, defendendo que a prioridade seja a construção de uma chapa competitiva e coesa para o próximo pleito.







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