Vereadores da base municipal criticam Programa de Governo Participativo durante sessão na Câmara de Salvador
O Programa de Governo Participativo (PGP), promovido pelo governo da Bahia para discutir propostas e ações com a população, foi alvo de críticas nesta terça-feira (9) na Câmara Municipal de Salvador, justamente no dia em que a iniciativa realiza mais uma etapa na capital baiana, na região do Subúrbio Ferroviário.

Durante pronunciamento no plenário, o vereador Cláudio Tinoco (União Brasil) ironizou o nome do programa ao se referir à iniciativa com outra sigla, provocando reação imediata da vereadora Marta Rodrigues (PT). A parlamentar solicitou ao presidente da Casa, Carlos Muniz (PSDB), que a expressão fosse retirada dos registros oficiais da sessão, pedido que foi acatado.
Em defesa do programa, Marta afirmou que a proposta tem como objetivo percorrer diferentes regiões do estado para ouvir a população e subsidiar a elaboração de políticas públicas. A vereadora destacou ainda que a agenda do governo contempla diversos territórios baianos, incluindo Salvador.
Na sequência do debate, o vereador Kiki Bispo (União Brasil) também criticou a iniciativa. Em seu discurso, questionou a efetividade do programa e afirmou que as propostas apresentadas pelo governo estadual seriam promessas já conhecidas da população.
O Programa de Governo Participativo vem sendo realizado pelo governo liderado por Jerônimo Rodrigues (PT) em diferentes municípios baianos, com o objetivo de coletar sugestões e demandas da sociedade para a formulação de ações e projetos da administração estadual. A iniciativa tem sido utilizada como instrumento de diálogo com lideranças políticas, movimentos sociais e representantes da população em diversas regiões do estado.









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