União Brasil convida Alexandre Aleluia a retornar à sigla em meio à disputa pela presidência da Câmara de Salvador
Por Redação
O União Brasil convidou o vereador Alexandre Aleluia, atualmente filiado ao Partido Novo, a retornar à legenda. O convite foi feito nesta sexta-feira (23), durante as articulações para a eleição da presidência da Câmara Municipal de Salvador para o biênio 2027-2028.
A movimentação foi confirmada pelo vereador Cláudio Tinoco, líder da bancada do União Brasil na Câmara. O partido participa das negociações em torno do nome de Aleluia para comandar o Legislativo municipal.

Aleluia já integrou o grupo político que deu origem ao União Brasil, quando era filiado ao Democratas (DEM). Posteriormente, passou pelo PL e se filiou ao Novo em abril de 2026.
Articulação reúne vereadores de diferentes partidos
Na sexta-feira, apoiadores de Alexandre Aleluia oficializaram o apoio de 23 dos 43 vereadores de Salvador à sua candidatura à presidência da Casa. A articulação foi formalizada durante uma reunião na sede do União Brasil, com representantes de nove legendas.
Entre os partidos envolvidos estão União Brasil, Progressistas, PSDB, Cidadania, PL, Democracia Cristã (DC), PRD, PDT e Novo.
Cláudio Tinoco afirmou que as conversas com outras siglas poderiam ampliar o número de adesões. Na ocasião, mencionou reuniões com representantes do Republicanos como parte das negociações em andamento.
Mais tarde, a vereadora Roberta Caires, do Republicanos, também declarou apoio à candidatura. Com a adesão, o grupo passou a contabilizar 24 vereadores, conforme informações divulgadas pelo BNews.
Eleição definirá comando do Legislativo municipal
A disputa definirá quem ficará à frente da Câmara Municipal de Salvador no biênio 2027-2028. As articulações envolvem parlamentares de diferentes partidos e seguem em andamento.
Atualmente, Alexandre Aleluia preside a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. A definição sobre a presidência do Legislativo dependerá do processo de escolha entre os vereadores.
O convite para retornar ao União Brasil ocorre, portanto, em meio às negociações partidárias relacionadas à formação de apoios para a eleição interna da Casa.










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