top of page

Rodrigo Pacheco se filia ao PSB e articula alianças para possível candidatura ao governo de Minas

O senador Rodrigo Pacheco deve oficializar nesta quarta-feira (1º) sua filiação ao PSB, deixando o PSD em meio às articulações para disputar o Governo de Minas Gerais nas eleições deste ano.

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado/Arquivo
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado/Arquivo

A chegada ao novo partido será marcada por um evento ao lado do presidente nacional da sigla, João Campos. Nos bastidores, dirigentes do PSB avaliam que Pacheco pode já confirmar sua candidatura durante o ato, embora o senador ainda adote cautela publicamente.

Segundo aliados, ele pretende ampliar o diálogo com outras legendas antes de bater o martelo, buscando construir uma aliança mais ampla com partidos como PT, PDT, PSDB e MDB. O apoio de lideranças como Aécio Neves é considerado estratégico nesse processo.

A mudança partidária ocorre após o PSD, comandado por Gilberto Kassab, definir o vice-governador Mateus Simões como pré-candidato ao governo estadual. Simões assumiu protagonismo após a saída do ex-governador Romeu Zema, que deixou o cargo para disputar a Presidência da República.

Aliança com o governo federal

A ida de Pacheco para o PSB reforça, em Minas Gerais, a aproximação da sigla com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A expectativa é que o senador conte com o apoio do PT no estado, repetindo a aliança nacional entre os partidos.

Entre os cenários discutidos, está a possibilidade de a prefeita de Contagem, Marília Campos, compor a chapa ao Senado.

Para o governo federal, a eventual candidatura de Pacheco é vista como estratégica por fortalecer a base em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país.

Contexto político

A movimentação também tem reflexos em Brasília. Pacheco era um dos nomes defendidos por senadores para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, mas o presidente Lula optou por indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias.

A definição do futuro político do senador é vista como um fator de acomodação dentro do Senado, após resistências à escolha para o STF.

Ex-presidente da Casa entre 2021 e 2025, Pacheco teve embates com o ex-presidente Jair Bolsonaro em temas como a condução da pandemia e pautas envolvendo o Judiciário.

Agora, com a filiação ao PSB, o senador inicia uma nova fase política, focada na construção de uma candidatura competitiva ao governo mineiro.

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
BANNER-MULTIVACINAÇÃO-728x90px---PMS.gif

© 2023 por Amaury Aquino e Design Digital

bottom of page