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PT rejeita candidatura isolada de Coronel e cobra apoio integral do PSD na Bahia

O núcleo do PT na Bahia passou a manifestar, nos bastidores, resistência à possibilidade de o senador Angelo Coronel (PSD) disputar a eleição de forma independente, fora da chapa majoritária governista.

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado/Arquivo
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado/Arquivo

Coronel é apontado como fora da composição principal do grupo, o que tem gerado apreensão entre dirigentes petistas.

De acordo com interlocutores, a objeção é liderada pelo senador Jaques Wagner (PT), que avalia que uma candidatura avulsa comprometeria o desenho da chamada chapa “puro-sangue”, pensada para funcionar com engajamento total e alinhado da base aliada.

A principal preocupação do PT é que, concorrendo de maneira paralela, Coronel possa atrair prefeitos e lideranças ligadas ao governo, fragmentando o eleitorado na disputa pelo Senado e criando um cenário de incertezas. Para os petistas, o risco seria alto, sobretudo pelos possíveis impactos negativos na estratégia de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Bahia.

Nos bastidores, avalia-se ainda que uma candidatura fora da aliança ampliaria o clima de tensão entre Angelo Coronel e o senador Otto Alencar, principal liderança do PSD no estado. Otto já sinalizou apoio à reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT), mesmo sem a inclusão de Coronel na chapa.

Diante desse cenário, aliados admitem que o senador não descarta alternativas mais drásticas, como uma mudança de campo político, inclusive com aproximação da oposição, caso entenda que esse caminho seja necessário para viabilizar sua candidatura.

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