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Petrobras aumenta preço do querosene de aviação em 55% e pressiona setor aéreo

A Petrobras anunciou um aumento médio de cerca de 55% no preço do querosene de aviação (QAV) vendido às distribuidoras a partir de abril. O reajuste segue a política da companhia, que realiza atualizações mensais conforme previsto em contrato.

A alta ocorre em meio à disparada dos preços internacionais do petróleo, impulsionada por tensões no Oriente Médio, e deve impactar diretamente os custos das companhias aéreas — com possível reflexo no valor das passagens.

Governo tenta conter impactos

Diante do aumento, o Ministério de Minas e Energia, comandado por Alexandre Silveira, solicitou ao Ministério da Fazenda a avaliação de uma possível redução das alíquotas de PIS e Cofins sobre o combustível.

A medida faz parte de um conjunto de ações em estudo pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para reduzir a pressão sobre o setor aéreo.

Entre as alternativas também está a criação de uma linha de crédito emergencial com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), destinada à compra de combustível pelas empresas.

Efeito no consumidor

O querosene de aviação representa uma parcela significativa dos custos operacionais das companhias aéreas, sendo o principal item de despesa do setor. Com o aumento expressivo, cresce o risco de repasse aos consumidores por meio de passagens mais caras.

Mesmo com produção nacional relevante, o preço do QAV no Brasil segue a paridade internacional, o que faz com que oscilações no mercado global afetem diretamente o cenário interno.

A expectativa agora é sobre as medidas que o governo poderá adotar para tentar equilibrar os custos e evitar impactos mais severos no transporte aéreo.

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