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Pacheco deve ter candidatura ao governo de Minas confirmada após julho enquanto base de Lula articula alianças

A possível candidatura do senador Rodrigo Pacheco ao governo de Minas Gerais deve ser oficializada apenas a partir de julho, período que antecede as convenções partidárias. Embora o nome dele seja tratado como certo nos bastidores, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda trabalham para consolidar apoios e ampliar a coligação no estado.

Foto: Edilson Rodrigues/Arquivo/Agência Senado
Foto: Edilson Rodrigues/Arquivo/Agência Senado

Entre as prioridades está a tentativa de atrair o União Brasil, considerado estratégico para fortalecer o projeto eleitoral, especialmente pelo tempo de televisão e pela aproximação com o eleitorado de centro. O Progressistas também é visto como peça importante nas negociações.

Nos bastidores, a avaliação é de que antecipar a pré-candidatura poderia não ser vantajoso neste momento. Por isso, a estratégia tem sido manter o movimento mais discreto enquanto as articulações políticas avançam.

Apesar disso, a base governista ainda enfrenta dificuldades para formar uma aliança sólida. No campo político mineiro, outros nomes já se colocam como pré-candidatos, como Mateus Simões, Cleitinho Azevedo e Gabriel Azevedo, o que amplia a disputa.

A movimentação de Simões, que trocou o partido Novo pelo Partido Social Democrático, influenciou diretamente a decisão de Pacheco de deixar a antiga legenda e se filiar ao Partido Socialista Brasileiro. A mudança ocorreu após incentivo direto de Lula, que busca um nome competitivo para representá-lo no estado.

Nem mesmo dentro da base aliada há consenso. O ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, mantém a intenção de disputar o governo e resiste à possibilidade de compor como vice em uma eventual chapa liderada por Pacheco.

Enquanto isso, o cenário eleitoral segue aberto. Levantamento recente indica liderança de Cleitinho Azevedo nas intenções de voto, com Pacheco aparecendo na segunda colocação. Em simulações de segundo turno, os dois também aparecem como principais concorrentes.

A corrida pelo governo de Minas Gerais tende a ganhar mais definição nos próximos meses, à medida que partidos consolidam alianças e oficializam seus candidatos.

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