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Michelle Bolsonaro informa que passou por cirurgia e tranquiliza apoiadores

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comunicou nesta segunda-feira (2), por meio das redes sociais, que foi submetida a um procedimento cirúrgico na última sexta-feira (27). Segundo ela, a recuperação ocorre de forma tranquila e, apesar de algumas restrições, suas atividades seguem normalmente.

Foto: Divulgação/Arquivo
Foto: Divulgação/Arquivo

Na publicação, Michelle agradeceu as mensagens recebidas e afirmou estar bem. A informação sobre a cirurgia já havia sido mencionada publicamente pela deputada Bia Kicis (PL-DF) durante manifestação realizada no domingo (1º).

O ato reuniu apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e três meses de reclusão por tentativa de golpe de Estado. Ele está detido no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo da Papuda, em Brasília. A defesa tenta converter a pena em prisão domiciliar, alegando questões de saúde. No entanto, laudo de peritos da Polícia Federal apontou que, embora necessite de acompanhamento contínuo, o quadro clínico não impede sua permanência na unidade prisional.

Durante o ato, Bia Kicis afirmou que Michelle não compareceu à manifestação por estar em recuperação e acompanhando o marido e a filha do casal, Laura.

Cartas divulgadas

No domingo, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) divulgou uma carta escrita por Bolsonaro. No texto, o ex-presidente pede união no campo conservador e critica ataques internos entre aliados. Ele também afirma ter solicitado que Michelle adie maior envolvimento político até após março, em razão dos cuidados familiares.

Em outra carta, publicada anteriormente pela própria ex-primeira-dama, Bolsonaro mencionou que deverá anunciar em breve nomes de pré-candidatos do Partido Liberal (PL) ao Senado, incluindo apoio ao deputado federal Marcos Pollon (PL-MS).

Manifestações pelo país

As mobilizações realizadas no domingo pediram a libertação de Bolsonaro e o impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), além de críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em São Paulo, o ato na Avenida Paulista reuniu cerca de 20,4 mil pessoas, segundo estimativa do Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a organização More in Common.

Estiveram presentes lideranças como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência, o governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, além do prefeito paulistano Ricardo Nunes (MDB).

O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos, participou por meio de vídeo. Já o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), não compareceu por cumprir agenda internacional.

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