Loyola rebate críticas sobre público em agendas de Lula e diz que PT “vai colocar o bloco na rua no momento certo”
- Adilson Silva

- há 21 horas
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O secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, negou que tenha havido esvaziamento nos eventos com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizados em Salvador na última semana.

A declaração foi feita ao site durante o sábado (14), enquanto o secretário aguardava a chegada do presidente ao camarote oficial do governo do Estado, no circuito do Campo Grande, durante o Carnaval.
Evento no Parque de Exposições
No dia 6, Lula participou de ato no Parque de Exposições de Salvador para anunciar e entregar investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) voltados à área da saúde. Imagens divulgadas nas redes sociais mostraram áreas laterais e parte do fundo do espaço com menor ocupação, o que gerou críticas de adversários políticos.
Loyola contestou a versão. Segundo ele, o encontro reuniu mais de 200 prefeitos e teve longa duração. “Não houve qualquer problema de público. O evento começou mais tarde e se estendeu. Estamos absolutamente tranquilos quanto a isso”, afirmou.
Trapiche Barnabé e perfil interno
As críticas também alcançaram o evento realizado no dia seguinte, no Trapiche Barnabé, na região do Comércio. Para o secretário, a atividade teve caráter interno e não foi planejada como ato de massa.
Ele explicou que a reunião marcou os 46 anos do PT e contou com a presença de quatro governadores da legenda e da executiva nacional do partido. “Foi um encontro de formação política e articulação. Não foi pensado para ser um grande ato popular”, destacou.
Ao comentar o cenário político, Loyola afirmou que o partido mantém capacidade de mobilização e que, “na hora certa”, colocará o bloco na rua. “A gente sabe mobilizar quando é preciso”, completou.
As declarações ocorrem em meio ao ambiente pré-eleitoral e ao aumento das disputas narrativas sobre a presença popular em agendas presidenciais na Bahia.







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