Hospital Naval amplia estrutura e inicia funcionamento completo da Central de Quimioterapia graças a recurso de Márcio Marinho
- Adilson Silva

- 32false20 GMT+0000 (Coordinated Universal Time)
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Unidade ganha capacidade plena após liberação de emenda parlamentar
O Hospital Naval de Salvador passou a operar integralmente sua Central de Manipulação de Quimioterápicos, instalada no setor de oncologia, após a destinação de recursos encaminhados pelo deputado federal Márcio Marinho (Republicanos/BA). A cerimônia que marcou o início efetivo das atividades ocorreu na manhã desta segunda-feira (24), com a presença do parlamentar e de autoridades locais.

A central havia sido inaugurada no início do ano, porém funcionava de forma limitada devido à falta de verba para finalização da estrutura e aquisição de equipamentos essenciais.
Investimento de R$ 600 mil garante finalização de obras e ampliação do atendimento
Segundo Márcio Marinho, a situação motivou o envio de uma emenda parlamentar no valor total de R$ 600 mil. Desse montante, R$ 300 mil foram destinados diretamente à central de manipulação de quimioterápicos, enquanto os outros R$ 300 mil financiaram a instalação do sistema de climatização necessário ao funcionamento seguro do setor.
Com o aporte financeiro, o hospital passa a oferecer procedimentos que antes não eram disponibilizados, como a quimioterapia por via venosa, ampliando significativamente o alcance dos tratamentos oncológicos ofertados.
Compromisso com a saúde e impacto social
Durante a visita, Marinho ressaltou a relevância do investimento para os pacientes e lembrou experiências pessoais com familiares que enfrentaram o câncer — algo que, segundo ele, fortalece sua atuação em pautas voltadas à saúde.
“Cuidar da vida das pessoas é o que realmente importa”, afirmou o deputado ao destacar a importância da estrutura para Salvador e região metropolitana.
Atendimento deve crescer com nova estrutura
Atualmente, o setor de oncologia do Hospital Naval atende 65 pacientes cadastrados, mas a expectativa é de que esse número aumente com o funcionamento pleno da central. A nova estrutura garante mais autonomia ao hospital, segurança na manipulação dos medicamentos e agilidade no início dos tratamentos.







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