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Governo Lula aposta em “caneta emagrecedora nacional” e gera polêmica no mercado farmacêutico

O governo Lula (PT) decidiu acelerar a entrada das chamadas “canetas emagrecedoras” de produção nacional no mercado, usadas tanto no tratamento da diabetes quanto da obesidade. A medida, articulada pelo Ministério da Saúde e aprovada pela Anvisa, permite que esses medicamentos furem a fila de análise, ultrapassando centenas de outros produtos que aguardam autorização para comercialização no Brasil.


reprodução: agência brasil
reprodução: agência brasil

A decisão foi recebida com entusiasmo por alguns setores da indústria farmacêutica, que veem na concorrência uma chance de reduzir os preços e ampliar o acesso da população. No entanto, também gerou críticas: representantes da indústria alertam que priorizar um produto de emagrecimento pode comprometer a transparência do processo e deixar em segundo plano remédios essenciais para salvar vidas.

Segundo o Ministério da Saúde, a estratégia faz parte do esforço para garantir “soberania e autonomia” na produção de tecnologias em saúde, além de abrir caminho para possíveis reduções de preço e eventual incorporação pelo SUS. No entanto, técnicos alertam que o impacto orçamentário seria gigantesco: só o fornecimento das canetas poderia ultrapassar R$ 8 bilhões — mais que o dobro do valor reservado hoje para a compra de medicamentos da atenção básica, como a insulina.

Em meio às discussões, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), chegou a gravar um vídeo exaltando os produtos recém-lançados pela farmacêutica EMS, a primeira a fabricar a tecnologia no Brasil. O tom da fala gerou desconforto no setor, já que propaganda de medicamentos controlados é proibida por lei.

No mercado, a disputa é bilionária. Apenas em 2024, produtos à base de semaglutida (como o Ozempic) movimentaram mais de R$ 1 bilhão no Brasil. A Novo Nordisk, dona da patente, tenta prolongar sua exclusividade até 2026, enquanto empresas como EMS, Biomm e Hypera Pharma correm para lançar versões concorrentes.

Além das multinacionais, laboratórios públicos como a Fiocruz também querem uma fatia do mercado, firmando parcerias para produzir as canetas em território nacional.


Dizeeeeem

Que o governo do PT agora descobriu a fórmula mágica: resolver os problemas da saúde com “canetinha”. Antes era a canetada para nomear amigos em cargos públicos, agora é a caneta que promete emagrecer o Brasil. Só esqueceram de avisar que a conta pode sair mais gorda que o próprio orçamento do SUS…

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