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Custo da cesta básica sobe em todas as capitais brasileiras, aponta levantamento

O preço dos alimentos essenciais voltou a subir em todas as capitais do país, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento. O aumento generalizado reforça a pressão sobre o custo de vida das famílias brasileiras.

Foto: Valter Campanato/Arquivo/Agência Brasil
Foto: Valter Campanato/Arquivo/Agência Brasil

Entre as capitais, São Paulo segue com a cesta básica mais cara, atingindo cerca de R$ 883, enquanto Aracaju apresenta o menor valor médio, próximo de R$ 598.

Os principais responsáveis pela alta foram itens como feijão, batata, tomate, carne bovina e leite. No caso dos três primeiros, as condições climáticas, especialmente chuvas intensas em regiões produtoras, tiveram influência direta no encarecimento.

Em contrapartida, o açúcar registrou redução de preço em diversas cidades, reflexo do aumento da oferta no mercado.

De acordo com a pesquisa, algumas capitais apresentaram elevações mais expressivas no período, com destaque para Manaus, Salvador e Recife, entre outras.

Já entre os maiores custos médios, além da capital paulista, aparecem Rio de Janeiro, Cuiabá e Florianópolis.

Com o salário mínimo atual em R$ 1.621, o trabalhador precisa dedicar, em média, cerca de 109 horas de trabalho para arcar com as despesas da cesta básica. Apesar do valor elevado, o tempo necessário representa uma leve melhora em relação ao ano anterior, quando a proporção era ainda maior.

O cenário reforça o impacto da inflação dos alimentos no dia a dia da população e evidencia os desafios para manter o poder de compra, especialmente entre as famílias de menor renda

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