Cezar Leite afirma que levantamento do Instituto Paraná indica aumento da rejeição a Lula
- Adilson Silva

- 31 de jan.
- 2 min de leitura
O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) comentou os números da pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná nesta quinta-feira (29), que mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente no primeiro turno das intenções de voto, mas em situação de empate técnico com Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas em um eventual segundo turno.

Em entrevista ao Política Livre, o parlamentar, que se identifica como bolsonarista, avaliou que o levantamento aponta um crescimento da rejeição ao atual chefe do Executivo federal. Segundo ele, os dados reforçam um cenário já observado em outras pesquisas recentes.
De acordo com Cezar Leite, o estudo indica que mais da metade dos entrevistados não deseja que Lula dispute a próxima eleição presidencial. Ele também destacou os números da pesquisa espontânea, citando o desempenho de Flávio Bolsonaro, que aparece com dois dígitos mesmo sem grande projeção nacional, além da presença do ex-presidente Jair Bolsonaro nas intenções de voto. Para o vereador, a soma dos votos atribuídos aos nomes da oposição superaria o eleitorado do petista, o que demonstraria um ambiente desfavorável ao presidente.
Na avaliação do parlamentar, o desgaste de Lula estaria diretamente ligado à condução do governo. Ele afirmou que o Planalto e seus aliados vêm sendo associados a sucessivos escândalos, o que, segundo ele, tem alimentado o desejo de mudança entre os eleitores.
Cezar Leite citou episódios recentes envolvendo a administração federal como fatores que estariam contribuindo para esse cenário negativo, além de críticas à política econômica e à segurança pública. Para o vereador, os problemas seriam ainda mais evidentes na Bahia, onde, segundo sua visão, o avanço do crime organizado reforça a insatisfação popular.
O vereador concluiu afirmando que a reação da sociedade estaria se refletindo nos levantamentos de opinião divulgados nos últimos meses, sinalizando dificuldades crescentes para o presidente na disputa eleitoral de 2026.







Comentários