ACM Neto critica Jerônimo após exoneração de tenente-coronel da PM
- Adilson Silva

- há 1 dia
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Ex-prefeito de Salvador afirmou que governador deveria priorizar combate à violência no estado
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, criticou neste sábado (7) o governador Jerônimo Rodrigues após a exoneração do tenente-coronel André Luís Presa, oficial da Polícia Militar da Bahia.

A declaração foi feita durante agenda política no município de Paulo Afonso, no interior da Bahia. Segundo Neto, o militar teria sido afastado do cargo após manifestar apoio político ao ex-prefeito de Salvador durante o Carnaval, quando estaria fora de serviço.
Para ACM Neto, a decisão representa uma perseguição política. “O governador age rápido para perseguir quem pensa diferente, mas demora para enfrentar os problemas reais da segurança pública”, afirmou.
Críticas à segurança pública
Durante o pronunciamento, Neto também criticou a situação da segurança no estado e cobrou medidas mais firmes contra o avanço da criminalidade.
Segundo ele, o governo deveria priorizar a valorização dos policiais, com melhores condições de trabalho, apoio às famílias e políticas de segurança mais efetivas.
O ex-prefeito também comentou o assassinato do sargento Wagner, ocorrido no município de Santaluz, e prestou solidariedade à família do policial. De acordo com Neto, o caso reforça a gravidade da violência enfrentada na Bahia.
Agenda política
Antes da agenda em Paulo Afonso, ACM Neto esteve no município de Ipiaú, no sul do estado, onde recebeu o título de cidadão ipiauense concedido pela Câmara de Vereadores, por iniciativa do vereador Robson Moreira.
Durante a visita, o ex-prefeito também participou de um encontro com produtores rurais e lideranças políticas de cerca de 40 municípios para discutir a crise que afeta a produção de cacau na região.
No evento, Neto criticou políticas do Partido dos Trabalhadores para o setor agrícola e afirmou que, caso seja eleito governador, pretende fortalecer a política agrícola do estado e evitar o uso da Secretaria da Agricultura para articulações políticas.







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